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sexta-feira, 21 de junho de 2013

A falta

E quando falta coragem, aquela que todos estão acostumados a ver estampada em você? E quando suas pernas estão cansadas de correr, daquela forma que você sempre correu a vida toda? E quando falta amor, aquele que você deu pra tantos e agora não sabe recebe-lo? 
Pra onde vão as lembranças esquecidas? De onde vem a saudade? Pra que o tempo passa e por que nos apegamos a pessoas? 
Quem disse que somos racionais? 
Tudo que é certo, limita. A dúvida movimenta. O cansaço, pira. A raiva, mostra. A dor, somente a dor e a angustia mostra o quanto você é fraco e quanto depende das pessoas. O quanto é sozinho e infeliz, o quanto a vida é amarga e doce, o quanto você é inseguro e sensível.

Mas essa verdade é minha. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Da dificuldade de achar um bom apartamento para alugar em JF

Continuando a saga sou-uma-mulher-independente-e-me-viro-sozinha, estou à procura de apartamento para alugar.

Juiz de Fora é um caso sério no que diz respeito à habitação. Em primeiro lugar: onde já se viu o inquilino ter que pagar IPTU do imóvel? No meu entendimento, o valor do aluguel é justamente para pagar as despesas do imóvel. O condomínio, tudo bem, pois se trata de uma despesa de consumo. Muito embora, muitas imobiliárias ainda cobrem dos inquilinos a Taxa de Fundo de Reserva. Ora, este valor diz respeito somente ao proprietário do imóvel.

Outro valor que acho um absurdo o inquilino pagar são os valores de melhoria do imóvel, tais como instalação de portão eletrônico, interfones, etc. Estes itens são para benefício único do proprietário. As taxas de manutenção tudo bem, mas as taxas de instalação, a meu ver, são indevidas.
Reclamações de consumidora à parte, sinto que Juiz de Fora tem uma peculiaridade habitacional: é impossível morar bem. Quando o apartamento é bom, é longe. Quando é perto, ou tem muito barulho ou não tem garagem ou outro impedimento de ordem prática.

Moro hoje um dois quartos com área conjugada super apertado. Não cabe nem guarda-roupa e cama no mesmo quarto. Assim, o segundo quarto, que seria para o meu enteado quando viesse visitar, virou um closet improvisado de roupas e bagunças. Resultado: tenho a impressão de que a casa está sempre desarrumada. A área de serviço/cozinha é tão apertada que simplesmente não cabe o conjunto armário + geladeira + fogão + máquina de lavar. Sem contar que tive que dispensar meu forno elétrico e coloquei o micro-ondas em cima da geladeira: numa altura em que preciso colocar cadeira pra enxergar o conteúdo. Além disso, o apartamento fica no alto de Santa Luzia, frase que se traduz em: poucas linhas e horários de ônibus, risco iminente e constante de assaltos, noites perturbadas por barulho do que me parece ser tiro de revolver (sim, daqueles que mata gente quando acerta). O condomínio é novo e por isso há vários problemas de ordem funcional: o Correio não entrega encomendas porque ainda não existe interfone no prédio; não há portão eletrônico; não há segurança alguma e por aí vai.

Procurei a minha nova moradia pela internet. Sim, pois não tenho tempo nem paciência pra procurar, indo de imobiliária em imobiliária, no centro da cidade.  Se não tenho tempo para isso, com certeza eu não teria tempo pra dar voltinha no bairro que procuro para saber onde existe um imóvel que me agrade. Sendo assim, internet it is.

Nos sites de imobiliárias, achei dois imóveis do meu gosto. Um deles é um 03 quartos com dce (dependência completa de empregada): tamanho ideal para montar meu escritório, quarto do enteado e ainda terei espaço pra guardar as ferramentas e montar uma despensa.  O problema é que o prédio é de frente para a Olegário Maciel (entre Oswaldo Cruz e Constantino Paleta) com garagem presa. Para mim, que sou uma exímia motorista, eu jamais conseguiria sair de carro. Pensa querer sair de casa, atrasada, e ter que tirar o carro do vizinho da sua frente, em horário de pico, com todo o movimento da Olegário? Isso sem falar do morrinho de Deus que tem ali naquele trecho!

O segundo imóvel que encontrei e que me agradou é localizado no Bom Pastor. Até já morei neste apartamento e sei da qualidade e também dos problemas. Bom Pastor é um bairro tranquilo e fica relativamente próximo do centro. Com ônibus na porta de 15 em 15 minutos, fica fácil me locomover para o trabalho sem precisar gastar o carro todo dia. Analisando...


Enfim, por falta de opção, vou morar no mesmo apartamento que morei anos atrás. Com tanto empreendimento imobiliário na cidade, será que este será sempre a melhor opção?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Viajar? Só se for com esse som.

Hey garotada, vamos agitando tudo,
As luzes estão iluminando algo
Que sabemos, vai mudar a onda.
Vamos acabar com a velharia hoje à noite,
Então fique ligado,
Você vai ouvir música elétrica,
Paredes sólidas de som.
Ei rapaziada, se liguem nos infiéis,
Talvez estejam cegos
Mas Bennie os faz ficar sem envelhecer.
Temos que sobreviver, vamos seguir em frente,
Onde encaremos nossos pais nas ruas
Pra descobrir quem está certo e quem está errado.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Da dificuldade de se encontrar um bom mecânico

O drama começa na hora de escolher o carro certo, principalmente se a ideia é comprar um carro usado.
Quem tem um pouco de cérebro hoje em dia não compra mais carro zero. Claro que o zero tem uma garantia maior, mas pense no emplacamento, licenciamento, seguro... Tudo é mais caro e complicado quando se trata de um carro zero. Não, para mim, o semi-novo foi a solução.

Passado o desespero inicial da compra do carro, segue a próxima novela: Encontrando um bom mecânico.
A primeira coisa que uma mulher faz é perguntar para alguém do trabalho se conhece um mecânico de confiança. Geralmente ela procura um colega que também tenha um carro usado, da marca do seu, para pedir opinião. Claro que o mecânico dele está sempre ocupado! #fail

O próximo passo é procurar uma oficina que tenha um respaldo institucional. Nunca faça isso! Caí na besteira de procurar o mecânico do Carrefour. Poxa,... Carrefour,... Uma empresa grande, eles têm que prezar pela qualidade dos serviços prestados. Balela! O mecânico era terceirizado e eu me ferrei com a velha história da carochinha: troquei peças que não precisava e paguei mais do que valiam, porque, afinal, mulher não entende nada de carro!

So much para ser uma mulher independente! Até quando esta velha opinião machista vai prevalecer? Será que nenhum mecânico tem conhecimento sobre fidelização de clientes? Fiquei estarrecida ao constatar que gastei simplesmente o dobro do que precisava! E o pior: poucos meses depois, a peça que troquei sem precisar deu defeito. Mais gastos!

Outra tentativa que fiz foi procurar um mecânico no meu bairro. Gostei muito dele, me atendeu bem, fez o serviço com presteza e cobrou barato. Ponto pra ele! Dei sorte! O problema é que o Glauzany é assim com todo mundo. O que significa que a oficina está sempre cheia. Tenho que procura-lo com muita antecedência!

Duas dicas muito importantes é pesquisar na internet e sempre fazer pelo menos dois orçamentos. Há vários vídeos e tutoriais que explicam sobre o problema do seu carro, falam sobre os barulhos estranhos que você costuma ouvir, dá dicas de como conservar o seu veículo. Eu gosto bastante do Dr. Carro. Vale a pena dar uma conferida!

Seja você mulher ou homem, a verdade é que bons profissionais da mecânica de automóveis estão escassos no mercado. Boa sorte pra quem precisa de um bom e honesto atendimento!

domingo, 2 de junho de 2013

Espelho

Fumando, tomando café, sozinha, sem interferência. A qualquer hora do dia as coisas vem, é a inspiração. No ato de concatenar sou experiente. Hermética? Eu me compreendo! 
O que não entendo é porque descarregar 13 balas se apenas 1 bastava? Qualquer que fosse o crime, uma bala bastava. A primeira foi justiça o resto é prepotência, vontade de matar.
Continuar? Temos a necessidade de desabrochar né? O papel das pessoas atualmente deveria ser a de falar menos.
Tosca, ingênua, humilde. Ser feliz serve pra que? As vezes a gente faz coisas como se fosse um vômito, coisas que precisam sair de dentro pra que algo possa melhorar.
Grandes noticias! Tudo vai mudar.
Essa inocência pisada, uma miséria anônima, esse árduo destino do destino. Seria engraçado morrer no momento mais sublime da sua vida.
Não tenha medo, eu vou receber muito bem aqueles que rompem a timidez. Entrem, tomem um café, revela o que há de surpreendente em você. 
Depende inteiramente de como uma pessoa consegue interpretar o que falo. Veja 5 vezes e nada sente, veja uma vez e se desmonta. Toca ou não toca, é assim. Surpreendente. Entender não é questão de inteligência e sim questão de entrar em contato.
Eu não quero, eu não vou dizer.
As camadas desse tempo deixa uma vaga questão, não tenho a menor ideia ao que atribuir, tudo mudou eu não mudei. Onde estão as concessões?
Você se deixa ser? Uma bobagem é considerada linda ou boba, apenas pelo fato de colocarem rótulos nas pessoas.
Eu tenho que saber tudo?
No fundo é simples, nada enfeitado e  recebem de maneira complicada. Se faz necessário rasgar, jogar fora, produtos de raiva, é o cansaço de mim mesma. 

Lhe parece familiar? É mera coincidência!

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