Lá está ela, sentada na mesa do bar. Sozinha com uma garrafa pela metade e um copo cheio na mão. As lágrimas correm em seu rosto molhando a gola da camisa, suas pernas inquietas deixam claro a perturbação que assombra sua mente.
Mas uma por favor! Ela pediu outra cerveja, com essa já são quatro garrafas ao meio do dia.
Seu choro é constante, as vezes da pra ouvir os soluços e os murmúrios de lamentação. O que será que houve com essa mulher? Perdeu o emprego? Brigou com alguém? Fico a indagar silenciosamente enquanto espero o ônibus para voltar.

