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sábado, 13 de julho de 2013

Sobre Viver

Um dia eu pensei que o dinheiro era tudo que eu precisava pra ficar bem, onde quer que fosse, com quem fosse. Me enganei como me enganei com inúmeras outras coisas. Percebo hoje que além de precisar do dinheiro é preciso estar bem, sentir-se bem. Ganhar dinheiro é muito mais do que simplesmente ganhar dinheiro. Hoje o amor faz todo sentido. Se eu não faço o que amo o dinheiro perde a importância. Quando faço o que amo o dinheiro vem como consequência e isso é maravilhoso! Nunca fui apegada a coisas materiais. Sou capaz de doar tudo que tenho pra alguém que precisa mais do que eu. Então de onde vem essa infelicidade? Se não sou apegada o dinheiro não deveria fazer tanta diferença em minha vida. Mas não é bem assim. 

S O B R E V I V E R 
Essa é a questão.

Hoje não mais vivo, sobrevivo. 
Pior que sobreviver é conviver com defeitos onde jamais coubera dentro do seu eu. Sobriver com a ganancia alheia, com a estupidez e ignorância. 
Já faz tempo que a vida deixou de ter graça. E hoje mais uma vez, decepcionada com a vida, ela perde mais um pouco da graça.
Perdoem-me os que lutam todos os dias para sobreviver e pensando que sou ingrata, pois tenho todos os meus membros, sou inteligente e bla bla bla... Cada um sabe de si. Admiro os que amam a vida e respeito os que odeiam.

Sem apego, sem repulsa. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Muitos dos meus pais que vejo em mim

Será que o Destino é traiçoeiro ou fui eu que me distraí comigo mesma? Quando foi que comecei a ser aquilo que detesto em meus pais? Será que a distância que mantenho deles me fez nostálgica dos seus mais ingratos defeitos? E agora? Quais hábitos poderei mudar?

Foi numa tarde dentro do ônibus, após uma manhã cheia de trabalho, que comecei a compreender o que me faz sofrer tanto. Notei em mim mesma dois dos defeitos que mais abomino naqueles que me deram vida, amor e carinho: tirania e covardia.

Por mais contraditórias que essas duas faces da minha personalidade possam ser, é isto que, em última análise, diagnostiquei em mim.

Da tirania

Quem foi que disse que sou dona da verdade? Quem analisou os mínimos detalhes e concluiu que o meu jeito é o melhor? Quem investigou para saber que meus horários, consumos e hábitos são os mais perfeitos?

Do mais simples café na manhã às escolhas dos amigos, me peguei tentando controlar o meu e o outro. Com que direito? As queixas dos amigos e amores foram várias e inúteis. Porque eu não os escutei a tempo.  Agora tenho que aprender de forma dolorida o que eu deveria ter percebido há anos atrás. Na distração dos meus dias de preocupação, esqueci de enxergar o outro como um indivíduo completo. Na busca da metade da minha laranja, esqueci que metades são tão inteiras quanto eu. E se assim não forem, só o que eu poderia encontrar é o que eu já havia descoberto até então: faltava coerência, atitude, amor, compreensão.

Achei, com a ajuda dos mais sublimes anjos do Pai, aquilo que julgava faltar na minha vida. E faltava. Agora não falta mais: sobra! E quão perfeitas e harmônicas são estas sobras.  Sobras que me ensinam e, até agora, me recusei a aprender.

Habituada a vencer, não percebi que a derrota pode ser mais valiosa do que o pódio mais alto. E permaneci ranzinza, acabrunhada nos meus desgostos. Hoje, aos quase 30, admiro no espelho as rugas e cabelos brancos que surgiram deste meu mau humor crônico. Acumulo inúmeras intemperanças no meu passado, unicamente porque algo não saiu como eu havia planejado.

E quão pesada é a vida deste jeito! A partir de hoje me dispo da tirania.

Da covardia
Quantos passos deixei de dar por medo? Receio do que iam dizer e pensar, medo de ouvir “Não!”. Pois era apenas “não” que eu sabia dizer. E quantos passos errados eu dei, tentando acertar, claro, mas sem pesar as consequências. Sem analisar todos os envolvidos e tomar cuidado com o outro.

Caridade não tem nada a ver com o cuidado com o outro, lembrem-se bem!

Do popular ditado “colocar o carro na frente dos bois”, tirei o mau exemplo e apliquei na minha vida. Um grande “Não” percorria a minha mente qualquer que fosse a indagação. Escondida nas características de precaução do profissional de produção, me acostumei a colocar empecilhos em todas as simples tarefas.

Por medo deixei de falar o que pensava para, no final, tudo virar uma bola de neve intempestiva.

Por medo abusei da confiança no outro, e me deixei humilhar e afetar mais do que um ser humano pode suportar.

Por medo não percorri caminhos em busca do que eu queria, porque o que eu queria “não era para mim”.

Por medo de ficar sozinha, o medo me afastou das pessoas.

A partir de hoje, não há mais espaço para covardia em mim.

Dos muito obrigadas que devo hoje. Um que ficou esquecido, lá atrás. Uma amizade que não soube compreender. Um alerta amigo e carinhoso que resolvi ignorar.
Por outro lado, uma paciente amiga e companheira. Vivida, machucada e atenciosa mulher que me encoraja todos os dias.

A partir de hoje, só tenho amor, amizade, sorrisos, confiança e peito aberto.


Com o coração machucado, assustado e cansado, peço mais um pouco de paciência e compreensão, porque grandes mudanças são dolorosas e difíceis. Porque muito do que eu sinto é vergonha!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A falta

E quando falta coragem, aquela que todos estão acostumados a ver estampada em você? E quando suas pernas estão cansadas de correr, daquela forma que você sempre correu a vida toda? E quando falta amor, aquele que você deu pra tantos e agora não sabe recebe-lo? 
Pra onde vão as lembranças esquecidas? De onde vem a saudade? Pra que o tempo passa e por que nos apegamos a pessoas? 
Quem disse que somos racionais? 
Tudo que é certo, limita. A dúvida movimenta. O cansaço, pira. A raiva, mostra. A dor, somente a dor e a angustia mostra o quanto você é fraco e quanto depende das pessoas. O quanto é sozinho e infeliz, o quanto a vida é amarga e doce, o quanto você é inseguro e sensível.

Mas essa verdade é minha. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Da dificuldade de achar um bom apartamento para alugar em JF

Continuando a saga sou-uma-mulher-independente-e-me-viro-sozinha, estou à procura de apartamento para alugar.

Juiz de Fora é um caso sério no que diz respeito à habitação. Em primeiro lugar: onde já se viu o inquilino ter que pagar IPTU do imóvel? No meu entendimento, o valor do aluguel é justamente para pagar as despesas do imóvel. O condomínio, tudo bem, pois se trata de uma despesa de consumo. Muito embora, muitas imobiliárias ainda cobrem dos inquilinos a Taxa de Fundo de Reserva. Ora, este valor diz respeito somente ao proprietário do imóvel.

Outro valor que acho um absurdo o inquilino pagar são os valores de melhoria do imóvel, tais como instalação de portão eletrônico, interfones, etc. Estes itens são para benefício único do proprietário. As taxas de manutenção tudo bem, mas as taxas de instalação, a meu ver, são indevidas.
Reclamações de consumidora à parte, sinto que Juiz de Fora tem uma peculiaridade habitacional: é impossível morar bem. Quando o apartamento é bom, é longe. Quando é perto, ou tem muito barulho ou não tem garagem ou outro impedimento de ordem prática.

Moro hoje um dois quartos com área conjugada super apertado. Não cabe nem guarda-roupa e cama no mesmo quarto. Assim, o segundo quarto, que seria para o meu enteado quando viesse visitar, virou um closet improvisado de roupas e bagunças. Resultado: tenho a impressão de que a casa está sempre desarrumada. A área de serviço/cozinha é tão apertada que simplesmente não cabe o conjunto armário + geladeira + fogão + máquina de lavar. Sem contar que tive que dispensar meu forno elétrico e coloquei o micro-ondas em cima da geladeira: numa altura em que preciso colocar cadeira pra enxergar o conteúdo. Além disso, o apartamento fica no alto de Santa Luzia, frase que se traduz em: poucas linhas e horários de ônibus, risco iminente e constante de assaltos, noites perturbadas por barulho do que me parece ser tiro de revolver (sim, daqueles que mata gente quando acerta). O condomínio é novo e por isso há vários problemas de ordem funcional: o Correio não entrega encomendas porque ainda não existe interfone no prédio; não há portão eletrônico; não há segurança alguma e por aí vai.

Procurei a minha nova moradia pela internet. Sim, pois não tenho tempo nem paciência pra procurar, indo de imobiliária em imobiliária, no centro da cidade.  Se não tenho tempo para isso, com certeza eu não teria tempo pra dar voltinha no bairro que procuro para saber onde existe um imóvel que me agrade. Sendo assim, internet it is.

Nos sites de imobiliárias, achei dois imóveis do meu gosto. Um deles é um 03 quartos com dce (dependência completa de empregada): tamanho ideal para montar meu escritório, quarto do enteado e ainda terei espaço pra guardar as ferramentas e montar uma despensa.  O problema é que o prédio é de frente para a Olegário Maciel (entre Oswaldo Cruz e Constantino Paleta) com garagem presa. Para mim, que sou uma exímia motorista, eu jamais conseguiria sair de carro. Pensa querer sair de casa, atrasada, e ter que tirar o carro do vizinho da sua frente, em horário de pico, com todo o movimento da Olegário? Isso sem falar do morrinho de Deus que tem ali naquele trecho!

O segundo imóvel que encontrei e que me agradou é localizado no Bom Pastor. Até já morei neste apartamento e sei da qualidade e também dos problemas. Bom Pastor é um bairro tranquilo e fica relativamente próximo do centro. Com ônibus na porta de 15 em 15 minutos, fica fácil me locomover para o trabalho sem precisar gastar o carro todo dia. Analisando...


Enfim, por falta de opção, vou morar no mesmo apartamento que morei anos atrás. Com tanto empreendimento imobiliário na cidade, será que este será sempre a melhor opção?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Viajar? Só se for com esse som.

Hey garotada, vamos agitando tudo,
As luzes estão iluminando algo
Que sabemos, vai mudar a onda.
Vamos acabar com a velharia hoje à noite,
Então fique ligado,
Você vai ouvir música elétrica,
Paredes sólidas de som.
Ei rapaziada, se liguem nos infiéis,
Talvez estejam cegos
Mas Bennie os faz ficar sem envelhecer.
Temos que sobreviver, vamos seguir em frente,
Onde encaremos nossos pais nas ruas
Pra descobrir quem está certo e quem está errado.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Da dificuldade de se encontrar um bom mecânico

O drama começa na hora de escolher o carro certo, principalmente se a ideia é comprar um carro usado.
Quem tem um pouco de cérebro hoje em dia não compra mais carro zero. Claro que o zero tem uma garantia maior, mas pense no emplacamento, licenciamento, seguro... Tudo é mais caro e complicado quando se trata de um carro zero. Não, para mim, o semi-novo foi a solução.

Passado o desespero inicial da compra do carro, segue a próxima novela: Encontrando um bom mecânico.
A primeira coisa que uma mulher faz é perguntar para alguém do trabalho se conhece um mecânico de confiança. Geralmente ela procura um colega que também tenha um carro usado, da marca do seu, para pedir opinião. Claro que o mecânico dele está sempre ocupado! #fail

O próximo passo é procurar uma oficina que tenha um respaldo institucional. Nunca faça isso! Caí na besteira de procurar o mecânico do Carrefour. Poxa,... Carrefour,... Uma empresa grande, eles têm que prezar pela qualidade dos serviços prestados. Balela! O mecânico era terceirizado e eu me ferrei com a velha história da carochinha: troquei peças que não precisava e paguei mais do que valiam, porque, afinal, mulher não entende nada de carro!

So much para ser uma mulher independente! Até quando esta velha opinião machista vai prevalecer? Será que nenhum mecânico tem conhecimento sobre fidelização de clientes? Fiquei estarrecida ao constatar que gastei simplesmente o dobro do que precisava! E o pior: poucos meses depois, a peça que troquei sem precisar deu defeito. Mais gastos!

Outra tentativa que fiz foi procurar um mecânico no meu bairro. Gostei muito dele, me atendeu bem, fez o serviço com presteza e cobrou barato. Ponto pra ele! Dei sorte! O problema é que o Glauzany é assim com todo mundo. O que significa que a oficina está sempre cheia. Tenho que procura-lo com muita antecedência!

Duas dicas muito importantes é pesquisar na internet e sempre fazer pelo menos dois orçamentos. Há vários vídeos e tutoriais que explicam sobre o problema do seu carro, falam sobre os barulhos estranhos que você costuma ouvir, dá dicas de como conservar o seu veículo. Eu gosto bastante do Dr. Carro. Vale a pena dar uma conferida!

Seja você mulher ou homem, a verdade é que bons profissionais da mecânica de automóveis estão escassos no mercado. Boa sorte pra quem precisa de um bom e honesto atendimento!

domingo, 2 de junho de 2013

Espelho

Fumando, tomando café, sozinha, sem interferência. A qualquer hora do dia as coisas vem, é a inspiração. No ato de concatenar sou experiente. Hermética? Eu me compreendo! 
O que não entendo é porque descarregar 13 balas se apenas 1 bastava? Qualquer que fosse o crime, uma bala bastava. A primeira foi justiça o resto é prepotência, vontade de matar.
Continuar? Temos a necessidade de desabrochar né? O papel das pessoas atualmente deveria ser a de falar menos.
Tosca, ingênua, humilde. Ser feliz serve pra que? As vezes a gente faz coisas como se fosse um vômito, coisas que precisam sair de dentro pra que algo possa melhorar.
Grandes noticias! Tudo vai mudar.
Essa inocência pisada, uma miséria anônima, esse árduo destino do destino. Seria engraçado morrer no momento mais sublime da sua vida.
Não tenha medo, eu vou receber muito bem aqueles que rompem a timidez. Entrem, tomem um café, revela o que há de surpreendente em você. 
Depende inteiramente de como uma pessoa consegue interpretar o que falo. Veja 5 vezes e nada sente, veja uma vez e se desmonta. Toca ou não toca, é assim. Surpreendente. Entender não é questão de inteligência e sim questão de entrar em contato.
Eu não quero, eu não vou dizer.
As camadas desse tempo deixa uma vaga questão, não tenho a menor ideia ao que atribuir, tudo mudou eu não mudei. Onde estão as concessões?
Você se deixa ser? Uma bobagem é considerada linda ou boba, apenas pelo fato de colocarem rótulos nas pessoas.
Eu tenho que saber tudo?
No fundo é simples, nada enfeitado e  recebem de maneira complicada. Se faz necessário rasgar, jogar fora, produtos de raiva, é o cansaço de mim mesma. 

Lhe parece familiar? É mera coincidência!

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